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quinta-feira, 13 de abril de 2017

A República da Odebrecth: quem será crucificado?

Quando foi proclamada a República Federativa da Odebrecht? Nos anos 80 ou 90. Vivemos Esta modalidade de República vendida ou comprada e somos todos reféns de criaturas amorais.
Até Quando? A reportagem da Veja é  pouco diante das divulgações de executivos da grande Odebrecht para nos esfregar nas caras o quanto fomos ludibriados.
Teremos direito a apedreja-los em praças públicas?  Ou talvez em grandes arenas? Ora Senhoras e senhores, o choque é extremo e o revide do povo brasileiro deveria ser também.  Forca. Guilhotina. Prisão perpétua.  Sei lá.  Seguiremos sendo nós os bobos da Corte.
Que me perdoem os tais comandantes de Odebrechts da vidaavida mas o seu senso de respeito ao seu país é igual a menos zero. Emiliano, Filho e executivos administravam uma quadrilha de ladrões eleitos pela boa fé de uma população tripudiada. Nas ruas, quem sabe, possamos retomar o que nós roubaram. Em dia de agonia de Jesus, simbolicamente,  quantos ladrões deraoserão crucificados ao lado do Cristo?
Nosso sangue eles já sugaram. Nossa fé ainda não conseguiram. Mas o nosso entendimento os levará com certeza a pagar cada crime que cometeram.
Cida Torneros



A República da Odebrecht

Com um propinoduto oceânico, a empreiteira comprou as cúpulas do governo, do Congresso e dos principais Estados – um verdadeiro poder paralelo

Por Daniel Pereira
access_time13 abr 2017, 19h28
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Marcelo Odebrecht, ex-presidente do grupo: “Essa questão de eu ser um grande doador é o quê? No fundo, é abrir portas. Tudo o que eu pedia gerava uma expectativa enorme de retorno” (Reprodução/VEJA)
É espantoso: o Brasil vivia sob um cleptocracia cujas dimensões só agora começam a ser reveladas com nitidez – e o susto é generalizado. De tudo o que veio a público ao longo da semana passada, salta aos olhos que a República Federativa do Brasil talvez pudesse ser chamada de República Federativa da Odebrecht. A empreiteira, que cresceu inigualáveis 520% em dez anos antes da Lava-Jato, superando multinacionais como a Microsoft, literalmente comprou a cúpula do governo, a cúpula da Câmara, a cúpula do Senado e a cúpula dos principais governos estaduais. Comprou, à base de propinas ou dinheiro clandestino para campanhas, o poder nacional. Ao depor sobre o esquema, o empresário Emílio Odebrecht disse o seguinte: “A recente história do capitalismo brasileiro, desenvolvido ao longo das mesmas décadas nas quais a Odebrecht nasceu e se desenvolveu, nos mostra que essa interação entre o poder público e os agentes privados só foi ...
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